Tráfego pago para clínicas e consultórios
Na saúde, anúncio mal feito custa mais do que verba: o conselho profissional fiscaliza a publicidade médica. A gente monta a campanha de clínicas e consultórios com os dados obrigatórios no lugar, sem prometer resultado de tratamento, e liga o anúncio à agenda para que o contato vire consulta marcada e paciente que aparece.
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A AI Voltage faz tráfego pago para clínicas e consultórios médicos: campanhas no Meta Ads e no Google Ads com os dados obrigatórios da publicidade médica no lugar, conteúdo que informa em vez de prometer resultado e o atendimento ligado à agenda, para o contato virar consulta marcada. Atende presencialmente a região de Bauru–SP e, online, clínicas de todo o Brasil.
Por que o paciente pergunta o preço e some antes de marcar?
Quem procura médico por anúncio quase sempre já pesquisou sintomas, comparou perfis e leu avaliações. Chega ao contato com uma dúvida de confiança e outra de preço, e o atendimento que só devolve uma tabela perde a pessoa na primeira mensagem. O resultado é agenda com buraco: muita conversa, pouca consulta marcada e, entre as marcadas, falta no dia.
Do lado do anúncio, o desvio mais comum é copiar o jeito de outros mercados: antes e depois solto, frase de efeito sobre o resultado, depoimento editado. Na medicina cada um desses recursos tem limite escrito pelo Conselho Federal de Medicina, e o médico responde pela peça mesmo quando quem a produziu foi a agência ou a equipe de marketing da clínica.
Na AI Voltage a campanha começa pelo que a clínica pode dizer e comprovar: nome do médico com CRM e RQE, informação clara sobre consulta, convênio e pagamento, e conteúdo educativo no lugar de promessa. Depois vem o fluxo do paciente, da primeira mensagem à confirmação da consulta, com a origem de cada contato registrada para saber qual anúncio lotou a agenda.
Na prática: A AI Voltage atende consultório de saúde em Bauru. O que está nesta página vem dessa rotina, não de teoria.
Onde a clínica perde paciente — e o que a gente ajusta
| Situação comum | Risco se ninguém mexe | O que a gente ajusta |
|---|---|---|
| Anúncio sem CRM e RQE do médico | Peça fora da regra do conselho, com o médico respondendo por ela | Nome, CRM e RQE na peça e no perfil, conferidos antes de publicar |
| Antes e depois como principal criativo | Regra do CFM exige conjunto completo; foto solta é infração | Conteúdo educativo, com imagem só dentro do que a resolução permite |
| Primeira resposta só com tabela de preço | O paciente não sente confiança e some antes de marcar | Resposta acolhedora, com valor e forma de pagamento claros |
| Contato que pergunta e não marca | Agenda com buraco e anúncio caro sem consulta | Retomada de quem perguntou e lembrete de consulta marcada |
| Campanha lida pelo número de mensagens | Muita conversa e pouca cadeira ocupada | Meta em consulta marcada e comparecimento por origem |
O trabalho, item a item
Peça com os dados obrigatórios
Nome, CRM e, quando houver, RQE no perfil e nos anúncios, e o diretor técnico identificado quando é clínica. A peça sai conferida antes de ir ao ar.
Conteúdo que informa em vez de prometer
Anúncio sobre o problema, quando procurar o médico e como é a consulta, sem garantia de resultado e sem imagem que identifique paciente.
Agenda como meta, não mensagem
A campanha é lida pela consulta marcada e pela taxa de comparecimento, com lembrete e confirmação para reduzir a falta.
Resposta que acolhe o paciente
Primeira resposta rápida, com valor e forma de pagamento claros quando a regra permite informar, e retomada de quem perguntou e não marcou.
Publicidade médica: o que a resolução do CFM exige
A Resolução CFM 2.336/2023 manda que toda peça de publicidade médica traga o nome do médico, o número do CRM e a palavra MÉDICO, mais a especialidade seguida do RQE quando houver (art. 4º). Em redes sociais, sites e blogs, esses dados ficam na página principal do perfil (art. 6º). Em clínica, a peça traz o nome do estabelecimento com registro no CRM e o diretor técnico (art. 5º). A norma proíbe garantir, prometer ou insinuar bons resultados (art. 11, XII) e permite informar valores de consulta, formas de pagamento e descontos em campanhas (art. 9º, VI e VIII).
Na campanha, isso muda o tipo de anúncio: o antes e depois só entra em conjunto com indicações, evoluções satisfatórias e insatisfatórias e complicações, sem edição e sem identificar o paciente (art. 14, II). Por isso a AI Voltage monta os criativos em torno de informação e de acesso à consulta, e não de promessa.
Os números da nossa agência de tráfego pago
Números dos nossos clientes. Se a gente não tem o dado, a gente não inventa.
Antes de gastar o primeiro real, faça as contas
Coloque seus números e veja uma estimativa do que o tráfego pode render pra sua empresa. É simulação, não promessa — mas já te dá a noção do jogo. No diagnóstico a gente calcula o número real do seu negócio.
Estimativa baseada nos seus números — não é promessa. No diagnóstico a gente calcula o real do seu negócio.
Resultados que a gente ajudou a construir
Prova real, com nome, rosto e número — não porcentagem redonda pra impressionar.
Jean, do Home's Burguer (Bauru), contando a virada — na voz dele.
De negócio de família a 35+ colaboradores
O Home's Burguer começou como um negócio familiar de umas 5 pessoas. Hoje é uma operação com mais de 35 colaboradores, e a gente cuida do marketing e do tráfego pago dele nessa jornada de crescimento. Não é número de slide: é gente contratada, cozinha cheia e uma marca que a cidade conhece.
Do anúncio ao cliente: a máquina inteira, não só o clique
A gente cuida da operação de mídia paga de ponta a ponta — com foco no que faz caixa pra sua empresa.
Estratégia antes de gastar o primeiro real
Tráfego pago não é "apertar turbinar e torcer". É processo — e você acompanha cada passo.
- 1. Diagnóstico gratuito
- 2. Estratégia antes da verba
- 3. Campanhas no ar e rastreadas
- 4. Otimização toda semana
- 5. Relatório e reunião
Perguntas de quem tem clínica ou consultório
A Resolução CFM 2.336/2023 trata a publicidade médica por qualquer meio de divulgação, e o que ela exige vale para o anúncio pago também: dados obrigatórios na peça, sem garantia de resultado e sem sensacionalismo. O que muda de caso a caso é o conteúdo da peça, por isso cada anúncio passa por conferência antes de ir ao ar.
Nome, número do CRM e a palavra MÉDICO. Quando o médico divulga especialidade, aparece também o número do RQE (art. 4º). Nas redes sociais, essas informações ficam na página principal do perfil (art. 6º). Em clínica, entram o nome do estabelecimento com registro no CRM e o diretor técnico (art. 5º).
A resolução só admite o uso de imagem com finalidade educativa e, no antes e depois, exige conjunto com indicações, evoluções satisfatórias e insatisfatórias e complicações, sem edição ou melhoramento e sem identificar o paciente (art. 14). Foto bonita isolada, só com o melhor resultado, não cumpre a regra.
O médico pode informar valores de consultas e formas de pagamento (art. 9º, VI) e anunciar abatimentos e descontos em campanhas promocionais, sem vincular a promoção a venda casada ou premiação (art. 9º, VIII). Promessa de resultado, por outro lado, não entra, mesmo dentro de uma promoção.
Contando consultas marcadas e compareceu a cada origem de contato, não o número de mensagens. Cada paciente entra com a origem registrada e a agenda confirma quem de fato veio. Assim dá para cortar anúncio que gera conversa sem consulta e dar verba ao que gera paciente na cadeira.
Sim. Em um raio de cerca de 100 km de Bauru o acompanhamento pode ser presencial; mais longe, é online. Esta página trata de publicidade médica. Outras profissões da saúde têm conselho e regra próprios, que conferimos no texto do respectivo conselho antes de qualquer peça.
Peça seu diagnóstico gratuito para clínica ou consultório
Preenche ao lado e a gente faz um diagnóstico gratuito. Se o gargalo não for o anúncio, a gente diz — e aponta qual é.
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